"O Mestre na arte da vida faz pouca distinção entre o seu trabalho e o seu lazer, entre a sua mente e o seu corpo, entre a sua educação e a sua recreação, entre o seu amor e a sua religião. Ele dificilmente sabe distinguir um corpo do outro. Ele simplesmente persegue sua visão de excelência em tudo que faz, deixando para os outros a decisão de saber se está trabalhando ou se divertindo. Ele acha que está sempre fazendo as duas coisas simultaneamente". (Texto budista)
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segunda-feira, 5 de agosto de 2013

O Frasco de Maionese e Café...



Olá queridos... 

Depois de um tempinho afastada, retornei com uma postagem bastante interessante... 

Li esse texto há alguns anos atrás e de alguma forma ela marcou minha vida. Espero que vocês gostem e a cima de tudo, coloquem em prática pois, ela pode de alguma forma, mudar nossas vidas para melhor.

Quando as coisas na vida parecem demasiado, quando 24 horas por dia não são suficientes...Lembre-se do frasco de maionese e do café.


Um professor, durante a sua aula de filosofia sem dizer uma palavra, pega num frasco de maionese e esvazia-o...tirou a maionese e encheu-o com bolas de Golf.



A seguir perguntou aos alunos se o Frasco estava cheio. Os estudantes responderam sim.


Então o professor pega numa caixa cheia de pedrinhas e mete-as no frasco de maionese. As pedrinhas encheram os espaços vazios entre as bolas de Golf.

O professor voltou a perguntar aos alunos se o frasco estava cheio, e eles voltaram a dizer que sim.

Então...o professor pegou outra caixa...uma caixa cheia de areia e esvaziou-a para dentro do frasco de maionese. Claro que a areia encheu todos os espaços vazios e uma vez mais o professor voltou a perguntar se o frasco estava cheio. Nesta ocasião os estudantes responderam em unânime "Sim !".

De seguida o professor acrescentou 2 xícaras de café ao frasco e claro que o café preencheu todos os espaços vazios entre a areia. Os estudantes nesta ocasião começaram a rir-se...mas repararam que o professor estava sério e disse-lhes:

'QUERO QUE SE DEEM CONTA QUE ESTE FRASCO REPRESENTA A VIDA'.

As bolas de Golf são as coisas Importantes: 

como a FAMÍLIA, a SAÚDE, os AMIGOS, tudo o que você AMA DE VERDADE.

São coisas, que mesmo que se perdêssemos todo o resto, nossas vidas continuariam cheias.

As pedrinhas são as outras coisas que importam como: o trabalho, a casa, o carro, etc.

A areia é tudo o demais, as pequenas coisas.

'Se puséssemos em primeiro lugar a areia no frasco, não haveria espaço para as pedrinhas nem para as bolas de Golf. 

O mesmo acontece com a vida'.

Se gastássemos todo o nosso tempo e energia nas coisas pequenas, nunca teríamos lugar para as coisas realmente importantes.

Preste atenção às coisas que são cruciais para a sua Felicidade.

Brinque ensinando os seus filhos,

Arranje tempo para ir ao medico,

Namore e vá com a sua/seu namorado(a)/marido/mulher jantar fora, Dedique algumas horas para uma boa conversa e diversão com seus amigos

Haverá sempre tempo para trabalhar, limpar a casa, arrumar o carro...

Ocupe-se sempre das bolas de Golf em primeiro lugar,  porque representam as coisas que realmente importam na sua vida.

Estabeleça suas prioridades, o resto é só areia...

Porém, um dos estudantes levantou a mão e perguntou o que representaria, então, o café.

O professor sorriu e disse:

'...o café é só para vos demonstrar, que não importa o quanto a nossa vida esteja ocupada, sempre haverá espaço para um café com um amigo.'


Até a próxima queridos amigos e leitores... 
Grande abraço... 
Assistam ao vídeo, vale a pena... 
Linda vida sempreeee...
Profª Jeana Andréa


'Mais do que máquinas precisamos de humanidade.
Mais do que inteligência precisamos de afeição e doçura.
Sem essas virtudes a vida será de violência e tudo estará perdido.'
(Charles Chaplin)

domingo, 27 de novembro de 2011

O Mestre da Vida


'Meu é o conselho e a verdadeira sabedoria; eu sou o entendimento; minha é a fortaleza.' (Pv 8.14)

Olá queridos...
Trago para vocês mais um texto do grande mestre Augusto Cury. Já publiquei um texto dele aqui, inclusive um dos mais acessados: A História da Grande Torre.
Entre tantos livros publicados desse autor, do qual sou apreciadora, no momento estou lendo uma obra linda, intitulada ‘Análise da Inteligência de Cristo’, é uma coleção que tem por objetivo promover uma abordagem do lado psicológico e comportamental de Jesus com aplicação nas diversas áreas do conhecimento humano.
Sua obra, publicada em dezenas de países, é dividida em cinco livros: O Mestre dos Mestres, O Mestre da Sensibilidade, O Mestre da Vida, O Mestre do Amor e O Mestre Inesquecível.
Devido ao alcance da linguagem empregada na obra, vários psicólogos, psiquiatras e professores universitários têm recomendado a leitura dos livros da sua coleção, os quais não são lidos apenas por cristãos, mas também islamitas e budistas.
Estou lendo ‘O Mestre da Vida’ e encontrei esse texto maravilhoso que segue abaixo. Espero que todos apreciem como eu e que tenham a oportunidade de ler essa obra divina que, inclusive deveria ser lida por todos os professores. Pois o Grande Mestre da Vida foi professor de toda uma humanidade e vejam só que interessante: não teve nenhum diploma. Ao contrário, sua humildade foi seu maior alicerce.
Nunca induziu ninguém, fez com que todos aprendessem pelo amor e foi exemplo incondicional desse sentimento. ‘Dei-vos um exemplo para que, como eu vos fiz, também vós façais. Em verdade, em verdade vos digo: não há servo maior do que o seu senhor, nem apóstolo maior do que quem o enviou. Se compreenderdes isso, sereis felizes se o praticardes’ (Jo 13,15-17).

Boa leitura
‘Quando você estiver só, quando errar, fracassar e ninguém o compreender, quando as lágrimas que nunca teve coragem de chorar escorrerem silenciosamente pelo seu rosto e você sentir que não tem mais forças para continuar sua jornada, não se desespere!
Lembre-se do Mestre da Vida! Ele nos convidou a sermos livres, mesmo diante das turbulências e perdas, mesmo sem haver nenhum motivo aparente para nos alegrarmos. Tenha a mais legítima de todas as ambições: ambicione ser feliz!
Lembre-se que Jesus Cristo, um ser humano igual a você, passou pelos mais dramáticos sofrimentos e os superou com a mais alta dignidade. Seja um apaixonado pela vida como ele foi. Lembre-se que, por amar apaixonadamente a humanidade, ele teve o mais ambicioso plano da história. Nesse plano você é uma pessoa única, e não mais um número na multidão.
Saiba que as flores mais lindas sucedem aos invernos mais rigorosos. Tenha a convicção de que dos momentos mais difíceis de sua vida você pode escrever os mais belos capítulos de sua história.
Nunca desista de você! Dê sempre uma chance a si mesmo. Nunca desista dos outros! Ajude-os a corrigir as rotas de suas vidas. Mas, se não conseguir, poupe energia, proteja a sua emoção e aguarde que eles decidam ser ajudados. Enquanto isso, aceite-os do jeito que são, ame-os com todos os defeitos que têm. Amar traz saúde para a emoção.
Jesus encantava as pessoas com suas palavras. As multidões, ao ouvi-lo, renovavam suas forças e encontravam um novo sentido para suas vidas! Ele reacendeu a esperança de muitos, mesmo quando não tinha energia para falar. Compreendeu o que é ser homem e fez poemas sobre a vida. Pagou um preço caríssimo para cultivar o árido solo de nossas emoções. Brilhou onde não havia nenhum raio de sol. Nunca mais pisou na Terra alguém tão fascinante como o Mestre da Vida.’  (Por Augusto Cury)

Fascinante...  E o que mais me extasia é que, Jesus Cristo dedicou seus dias a nos mostrar o caminho da sabedoria e, mesmo no auge da dor física e psicológica, foi capaz de transmitir lições de fé, de amor, de superação e de humildade. Um exemplo de Mestre...

‘Jesus encantava as pessoas com suas palavras. As multidões ao ouvi-lo, renovavam suas forças e encontravam um novo sentido para suas vidas! Ele reacendeu a esperança de muitos... Compreendeu o que é ser homem e fez poemas sobre a vida, até sangrando... Brilhou onde não havia nenhum raio de sol’. (O Mestre da Vida)

E é isso, por isso sou apaixonada por esse Grande Mestre... Eterna aprendiz de seus ensinamentos. Quem encontrar um aluno meu e perguntar-lhe quem é meu maior exemplo e ídolo, tenho plena convicção que, sem titubear, ele irá lhe responder: A professora ‘Jeana’ é apaixonada por Jesus Cristo!
Assistam aos vídeos!!!

Abraços pessoal... linda vida!!!
Paz... Sempre Paz...
Profª Jeana Andréa

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Eras Geológicas e a Evolução da Terra.




Olá pessoal... 
Dia desses lendo um artigo no blog http://www.amorepazsemfronteiras.com/  da querida Luciana Ramos, me veio a ideia de escrever um texto falando sobre as Eras Geológicas do Planeta Terra. Todos sabemos que, para tudo há uma evolução e isso, independente de ser boa ou má, faz parte do processo. Nosso planeta já passou por diversas Eras até chegar ao padrão em que se encontra. Essas Eras tiveram tanto a interfência do homem quanto  a interferência inerente da natureza.
Quem divide a Terra em Eras Geológicas é a chamada Geologia, que é a ciência que estuda o conjunto de origem, da formação e das continuas transformações da Terra, assim como dos materiais orgânicos que a constituem.
As Eras Geológicas correspondem a grandes intervalos de tempo divididos em períodos que, por sua vez, são subdivididos em épocas e idades. Cada uma dessas subdivisões corresponde a algumas importantes alterações ocorridas na evolução de nosso Planeta.


Era Pré-Câmbriana

Intervalo de tempo correspondente a 80% da história geológica da Terra. Iniciado há cerca de quatro bilhões e seis milhões de anos e encerrado há 570 milhões de anos. Divide-se em dois períodos: o Arcaico e o Proterozóico.
Período Arcaico: o planeta tinha uma atmosfera rica em CO2 e uma temperatura de superfície de cerca de 1.000o C. Aos poucos e poucos a crosta endureceu e formaram-se os oceanos. Nesse Período ocorreu uma chuva de meteoros que terminou há 4 bilhões de anos e o surgimento de vida aquática na Terra, surgiu por volta de 3,85 bilhões de anos atrás. Os organismos eram organismos unicelulares, sem membrana nuclear – procariontes –, capazes de sobreviver aos altos níveis de radiação solar existentes na atmosfera sem oxigénio e sem camada do ozono.
Até aos nossos dias, os fósseis mais antigos encontrados na Terra - achados no Arizona (EUA) – tinham 1,2 bilhões de anos. Mas, a vida evoluiu, deixando o meio aquático e passando para o meio terrestre talvez há 2,6 bilhões de anos. Para chegar a essa conclusão, Yumiko Watanabe, por meio de uma série de métodos geoquímicos, encontrou um tipo de solo, datado de 2,6 a 2,7 bilhões de anos, contendo carbono orgânico. A pesquisadora afirma que o carbono orgânico representa restos de microrganismos que se desenvolveram sobre o solo. Isso aponta para a possibilidade do desenvolvimento de uma atmosfera rica em oxigénio anterior a essa data. “O desenvolvimento da camada de ozono, que protege a vida na Terra das radiações cósmicas, requer uma atmosfera rica em oxigénio. Isso significa que essa camada tem que ter surgido há mais de 2,6 bilhões de anos”, afirma Hiroshi Ohmoto, outro autor do estudo e diretor do Centro de Pesquisa em Astrobiologia. O surgimento da camada de ozono marca o início da diminuição da temperatura terrestre.
Período Proterozóico: situado entre 2,5 bilhões e 570 milhões de anos atrás. Aos organismos unicelulares do Arcaico sucederam-se, no Proterozóico, os organismos eram unicelulares ou não possuidores de membrana nuclear – eucariontes – que, para seu crescimento, usavam o oxigénio existente na atmosfera, cada vez em maior quantidade. Formas de vida simples e invertebradas começaram a aparecer no fim da Era Pré – Câmbrica seguindo-se de organismos pluricelulares com células diferenciadas em tecidos e órgãos – metazoários.
Sabe-se que há aproximadamente 800 milhões de anos, quando na Terra existia apenas um imenso continente, ocupando todo o pólo sul do planeta, a Rodínia, o planeta começou a congelar, de forma que entre 730 e 630 milhões de anos atrás a Terra virou uma “bola de neve”, com uma capa de gelo que chegava a 5 quilómetros de espessura (-110oC). O fenómeno quase acabou com todos os seres pluricelulares simples que tinham acabado de surgir no planeta, sobrevivendo apenas os que habitavam numa delgada faixa de mar na linha do Equador, que teria permanecido a 10º C. Após esse período emergiram continentes e formaram-se cinturões orogénicos à margem e entre os blocos continentais.
O bombardeio cósmico voltou na Era Paleozóica, entre 500 e 400 milhões de anos atrás, correspondendo à chamada explosão câmbrica. Diversas criaturas pluricelulares complexas, como os metazoários, desenvolveram-se principalmente nos mares, evoluindo para os peixes, anfíbios e répteis, e, posteriormente, “deram lugar” aos primatas e à espécie humana. Invertebrados ancestrais dos aracnídeos e insectos também Multiplicaram. O Eon Fanerozóico divide-se em três eras, sendo elas a Era Paleozoica, Mesozoica e Cenozoica.
Era Paleozóica


Intervalo de tempo que se estende de 570 a 245 milhões de anos atrás, quando surgiram na Terra os primeiros peixes, plantas, animais terrestres e anfíbios. Divide-se em seis períodos.
Período Câmbrico: teve início há cerca de 570 milhões de anos e durou cerca de 70 milhões de anos. Sem grandes perturbações tectónicas, o Câmbrico apresenta, nas suas rochas mais antigas, um grande número de fósseis com partes duras e já com certo grau de evolução. Caracterizou-se por uma explosão evolutiva da vida marinha.
Período Ordovícico: iniciou-se há cerca de 505 milhões de anos e teve duração de quase 70 milhões de anos. A vida era essencialmente marinha: nessa época surgiram os peixes, ao que tudo indica, nas águas doces. As únicas plantas conhecidas do Ordovícico  são as algas marinhas. Uma glaciação matou 55% das espécies há 450 milhões de anos.
Período Silúrico: intervalo de tempo geológico iniciado há cerca de 438 milhões de anos e que durou cerca de 30 milhões de anos, caracterizado pelo surgimento das plantas terrestres.
Período Devónico: teve início há 408 milhões de anos e durou até cerca de 48 milhões. A fisionomia da Terra era substancialmente diferente da atual, pois havia um gigantesco continente que se localizava no hemisfério sul e outras porções de terra que se encontravam nas regiões equatoriais. A Sibéria estava separada da Europa por um oceano. Durante o período, houve a colisão dos continentes europeu e norte-americano, e muitas regiões sofreram intenso vulcanismo e movimentos sísmicos. A evolução dos animais aquáticos no período valeu-lhe também o nome de idade dos peixes. A vegetação, modesta no início do período, desenvolveu-se gradualmente e foram aparecendo no Devónico médio, as primeiras florestas. No final do Devónico, grande número de invertebrados marinhos desapareceu sem que se conheça o motivo. A flora do período é, no entanto, relativamente pobre em comparação com a do Período Carbónico.
Período Carbónico: com início há cerca de 360 milhões de anos e duração estimada de 75 milhões de anos. Nesse período os primeiros répteis surgiram e formaram-se grandes florestas em que predominavam os gigantescos grupos de plantas caracterizadas por estarem diferenciadas em raiz, caule e folhas e não se reproduzirem por sementes como também os pântanos, que chegavam a cerca de 30 metros de altura, das quais derivaram espessas camadas de carvão.
Período Pérmico: começou há cerca de 285 milhões de anos e durou cerca de 40 milhões de anos. Através de vários estudos realizados por diferentes instituições e Universidades, conseguiu-se ter provas de que uma extinção maciça aconteceu na Terra entre o Pérmico e o Triásico (transição ocorrida há 250 milhões de anos), eliminando 90% das criaturas marinhas, 70% das espécies vertebradas terrestres e quase todas as formas vegetais, extinção essa causada pelo impacto de um corpo celeste. O choque teria desencadeado uma longa série de erupções vulcânicas, que também teriam contribuído para essa destruição em escala planetária. Grandes movimentos orogénicos resultaram, então, na formação de importantes cadeias de montanhas, inclusive os Apalaches, no leste dos Estados Unidos.
Era Mesozóica
Segunda das três principais eras geológicas da Terra. Ocorrida de 245 a 66,4 milhões de anos atrás, abrangeu os períodos Triásico, Jurássico e Cretáceo.
Entre 230 e 65 milhões de anos atrás, reinaram na Terra os dinossauros, quando então uma grande calamidade astronómica, no Golfo do México, matou-os de uma vez, sobrando apenas as tartarugas, os crocodilos e os mamíferos. Embora a extinção de 250 milhões de anos atrás tenha sido mais violenta que a dos dinossauros, acredita-se que o asteroide ou cometa tivesse as mesmas proporções nos dois casos: em torno de 10 km de diâmetro. Ao longo de aproximadamente 180 milhões de anos, durante a era Mesozoica, a Terra assistiu ao surgimento dos ancestrais das principais espécies de plantas e animais que existem atualmente.
Segundo teoria do geólogo Alfred Lothar Wegener (1.880-1.930), delineada no início do século XX, há 200 milhões de anos houve a separação da Pangeia – única massa de terra existente até agora – em dois super continentes, Gonduana, ao sul, e Laurásia, ao norte, que deram origem às atuais massas continentais. Essa época registou a evolução de uma flora e de uma fauna bem diversa das que se haviam desenvolvido durante a era Paleozoica e das que surgiriam depois na Cenozoica.
Em meados da era Mesozoica, a Laurásia, que incluía a maior parte da América do Norte e da Eurásia, separou-se totalmente de Gonduana pelo mar de Tétis, no hemisfério sul. Durante o Jurássico, a América do Norte começou a afastar-se dos dois super continentes. No final do Jurássico, a África já tinha começado a separar-se da América do Sul, e a Austrália e a Antárctica já estavam desligadas da Índia
Período Triásico: iniciou-se há cerca de 245 milhões de anos e durou quase 40 milhões de anos. Presentes na Terra desde o período Carbónico, os répteis só dominaram os continentes a partir do Triásico, quando a falta de competição provocou uma evolução explosiva da classe. No período surgiram os primeiros dinossauros, de início pequenos e bípedes.
Período Jurássico: iniciado há cerca de 208 milhões de anos. Havia na Terra imensas regiões pantanosas e outras desérticas. Na fauna, predominavam os répteis, entre os quais a espécie mais numerosa era a dos dinossauros.
Período Cretáceo: iniciado há cerca de 144 milhões de anos, durou cerca de 77,6 milhões de anos. As rochas cretáceas são de extrema importância para o homem, pois nelas concentra-se grande parte das reservas de petróleo, bem como extensas jazidas de carvão e de outros minerais. O Cretáceo caracteriza-se pela fauna de dinossauros bizarros, tartarugas e crocodilos, répteis voadores, mamíferos como os marsupiais e primatas e os insetívoros, os triconodontes e os multituberculados.
O fim do Cretáceo marcou uma época de crise para a vida, tal como no fim da era Paleozoica. Um intenso vulcanismo iniciou-se, levando a um aquecimento global. As árvores com flores e frutos - angiospermas - diminuíram em 90%, levando a um decréscimo, talvez na mesma proporção, dos dinossauros. Outros grupos de animais decresceram gradualmente e os dinossauros e os répteis voadores extinguiram-se abruptamente no fim do período, devido ao impacto do asteroide na península do Yucatán, no Golfo do México. Essa extinção em massa atingiu também os mamíferos triconodontes e as aves com dentes. Mas as tartarugas, crocodilos e até sapos e salamandras sobreviveram ao impacto. A temperatura, que era a maior desde a grande extinção (5 a 10º C maior que hoje), cai vertiginosamente devido à poeira levantada que encobria o Sol. Ao mesmo tempo ciclos de gigantescas inundações e secas alternaram-se no período, cadeias de montanhas surgiram assim como a secura que predominou no globo.
Era Cenozóica
Era geológica que compreende os períodos Terciário e Quaternário. Nela, a fauna e a flora adquiriram suas formas atuais. Iniciada há aproximadamente 66,4 milhões de anos, estende-se até a atualidade. Nos últimos 50 milhões de anos todos as oscilações da temperatura tiveram como origem a posição do Sol em relação à Terra, devido à mudança no eixo de inclinação desta em relação àquele. Ou seja, as glaciações ocorridas tiveram lugar devido às alterações periódicas dessa posição relativa, que varia a cada 41.000 anos. Há 3,6 milhões de anos o gelo cresceu no norte e o planeta ficou mais frio. A África secou desaparecendo assim as matas onde viviam os hominídeos, fazendo surgir o género Homo adaptado a caminhar nos campos. Há 900 mil anos, o atual padrão de glaciações, de 100 mil anos de duração com intervalos de 8 a 40 mil anos, estabeleceu-se.
Período Terciário: primeiro dos dois períodos da era Cenozoica. Iniciado há 66,4 milhões de anos, abrange cerca de 65 milhões de anos. Foi a época em que surgiram as montanhas e durante o qual a face do planeta assumiu a sua forma atual. Os movimentos sísmicos, então registrados, provocaram o surgimento das grandes cadeias de montanhas que conhecemos hoje, tais como, os Andes, os Alpes, os Himalaias e a cadeia de vulcões localizada na região ocidental da América do Norte.
Período Quaternário: último período da era Cenozoica, marcado pelo aparecimento do homem. Também chamado Antropozoico, abrange cerca de 1,6 milhão de anos. Foram registradas 5 glaciações sucessivas e 4 recuos da camada de gelo, que duraram ao todo cerca de 2 milhões de anos, com a última iniciando-se há 22 mil anos (no seu auge, há 18 mil anos, o gelo chegava à Inglaterra) e terminando há 10 mil anos atrás. Isso afetou excessivamente o desenvolvimento da fauna e da flora no hemisfério norte. Como as outras espécies, os primeiros humanos deslocaram-se em consequência das glaciações, mas, ao contrário de algumas delas, adaptaram-se às mudanças e sobreviveram ao que se conhece como a grande idade do gelo. Achava-se que esses primeiros imigrantes humanos a saírem da África fossem os Homo Eretos.

E é isso pessoal... Tudo é evolução... as vezes observamos as catástrofes e culpamos o homem (e não estou aqui  tirando sua culpa pelos grandes ‘estragos’ que ele vem cometendo em nome do progresso), mas temos que convir que a natureza também tem seu ritmo e seu ciclo. Há quem diga que nesse momento da vida planetária, deveríamos estar vivendo uma Era Glacial... (?)

Postei esse texto a título de curiosidade e para pesquisa de alunos. Afinal é a minha área (geografia) e confesso que, depois da astronomia, a geologia me fascina por demais. rsrs
Não deixem de ver os vídeos, são explicativos.




BjOo grande meus queridos...
Paz... sempre Paz...

domingo, 1 de maio de 2011

Educação, Amor e Vida...

Imagem retirada do site: http://ana-amorpelaeducacao.blogspot.com/

Vivemos em uma sociedade que avança tecnologicamente, mas retrocede em termos sociais na mesma velocidade. Sociedade onde o pensamento está massificado, o consumo se tornou uma droga coletiva, ocupando excessivamente a inteligência e a sensibilidade humana.

Um mundo onde as pessoas não aprendem a se interiorizar, a se repensar, a trabalhar suas perdas e frustrações, a superar seus ‘invernos’ existenciais, a se colocar no lugar do outro, a conviver com amor por si e pelo outro. Onde as relações sociais, políticas e econômicas se deterioram cotidianamente. ‘O mundo atual é muitas vezes, um mundo de violência que se opõe a esperança. ’ (UNESCO – Comissão Internacional sobre Educação para o Século XXI)

O homem atual tem a imensa e urgente tarefa de ‘re’ significar o viver com ética, responsabilidade e amorosidade, qualidades fundamentais para a construção de um Novo Mundo, de novas práticas sociais, onde existam o respeito, a solidariedade, o amor e a alegria de viver.

Buscaglia, em seu livro intitulado: ‘Vivendo, amando e aprendendo’ define que o amor e a vida são indissociáveis: ‘... definir o amor, a única palavra bastante grande para englobar tudo, seria ‘vida’. O amor é a vida em todos os seus aspectos. E se deixar de ter amor, deixa de ter vida. ’ (1998:23)

Há anos que psicólogos, sociólogos e antropólogos defendem a tese, que o amor se aprende. Não é algo que acontece espontaneamente. No entanto, acredito que seja, pois temos tantas inibições quando se trata de relacionamentos humanos. (?)

Afinal, quem nos ensina a amar?

Os pais são os primeiros mestres a ensinar a amar, mas nem sempre são os melhores. Os filhos se criam esperando que os pais sejam perfeitos e ficam muitas vezes desapontados, desiludidos e até zangados quando descobrem que esses seres humanos não são perfeitos. A história se constrói e quando ficam adultos, descobrem que aquele homem e aquela mulher são seres humanos normais, como todos, com suas inibições, conceitos errados, ternura, alegria, tristeza, lágrimas, aceitando que são apenas seres humanos tentando acertar.

O importante é que de fato aprendemos o amor com essas pessoas e, com a sociedade podemos desaprendê-lo e reaprendê-lo, portanto ainda há esperança para todos. Mas, em algum ponto é preciso aprender a amar e ter coragem de espalhar esse amor, libertando-o de dentro de casa ser.

Atualmente a educação concentra-se na construção do conhecimento e no desenvolvimento das potencialidades do indivíduo. Está funcionando muito no que se refere à Alfabetização, Matemática e outras ciências. Mas está fracassando tristemente quando se trata de ensinar as crianças a serem seres humanos, ‘... estamos enchendo as pessoas de fatos e nos esquecendo de que são pessoas, seres humanos.’ (Buscaglia, 1998: 23)

As escolas deveriam ser os lugares mais alegres do mundo, porque cada vez que aprendemos algo, passamos a ser um ser novo. O que está faltando é afeto. As escolas, hoje estão mais preocupadas com conceitos e conteúdos e estão se transformando em lugares sem, alegria nem pensamento que estão estrangulando as crianças e destruindo a criatividade e alegria delas.

Buscaglia afirma que, se o professor não gostar de trabalhar com ‘garotinhos’, deveria dar o fora do magistério, pois corre o risco de matar os garotos em tenra idade, como se fosse uma morte em vida. Eu particularmente compartilho da mesma idéia dele.

A sociedade prepara professores o tempo todo e lança-os como belos seres humanos nas salas de aula. Esses professores por sua vez, ficam andando diante da sala e falando a maior parte do tempo, acreditando na errônea idéia de que se está ensinando alguma coisa. O novo desafio do professor é ser ENTUSIASTA (adoro essa palavra... rsrsrsrs), compreender-se e apresentar aos outros de modo que as pessoas aprendam para si e para os outros, pois, ninguém ensina ninguém, aprendemos nas relações que estabelecemos com os outros. Somos todos aprendentes.

A educação está fracassando porque não está ajudando os professores a largarem o papel de mestres e se tornarem seres humanos, possuidores de afeto, de amor e de vida para compartilharem isso com as crianças, pois: ‘... só podemos dar aquilo que possuímos, de modo que é bom começar a conseguir alguma coisa. (...) quer ser o indivíduo mais instruído, o mais brilhante, o mais empolgante, o mais criativo do mundo. Pois aí pode dar tudo isso e o único motivo para possuir alguma coisa é dá-la. ’ (Buscaglia, 1998: 26)

Se o educador tiver conhecimento vasto e interminável, pode oferecer isso aos educandos. O mesmo acontece com o AMOR.

Na nova visão de realidade já não cabe mais o ser humano mecânico e formatado, seguidor de normas imutáveis. Já não cabe o fazedor, tarefeiro, submisso, executor de técnicas e métodos embasados em conteúdos lineares, os quais proporcionam atividades desumanas. Urge o desenvolvimento de um ser humano mais conectado a si, mais solidário e com maior grau de fraternidade. Um Ser Humano que se aceita, que se respeita e que, por isso, aceita e respeita o outro em seu espaço de convivência.

Torna-se cada vez mais necessário, ACREDITAR NA VIDA e isso implica: ‘... acreditar no ser humano em constante mutação construtiva e isso exige o rompimento dos velhos paradigmas, que se supunham dando conta do processo do conhecimento. Necessitamos de um caminhar, onde a criação de melhores e diferentes contextos de aprendizagem esteja profundamente comprometida com um viver mais digno e qualitativo. O belo que se pré escreve é a intensa interação construtiva de seres humanos, assumindo prazerosamente o compromisso de estar vivo. ‘ (Strieder)

Percebo que, ao educador cabe por em prática procedimentos embasados em valores humanos que contemplem a construção do conhecimento, o desenvolvimento do potencial humano e a vivência em valores humanos universais, como o afeto, a solidariedade, o amor e porque não dizer: A VIDA EM TODOS OS SEUS ASPECTOS.

Acredito ser esse o rumo que a educação deve sempre trilhar. Essa é a minha bandeira, esse é o meu exemplo. De alguma forma, nossos educandos espelham-se em nós. Sejamos sempre o exemplo de amor a vida e ao ser humano.

É justamente aí que me refiro sempre.

Abraços... Paz, sempre Paz.

Prof. Jeana Andréa.

(assistam ao vídeo... é maravilhoso e nos serve de exemplo...)




domingo, 20 de fevereiro de 2011

É preciso saber viver... acredite...

Um ensinamento muito antigo no diz que: ‘Colhemos aquilo que plantamos’.

Pautada nesse ensinamento, trouxe uma reflexão bem pertinente aos dias atuais. Tenho percebido como as pessoas desistem fácil daquilo que projetaram para si. Simplesmente por terem medo da frustração, do erro, do não atingir determinado objetivo. Conheço pessoas que, diante da primeira pedra no meio do caminho, simplesmente desistem. Costumo brincar com meus alunos que, se algum dia encontrarem pedras em seu caminho, não tentem removê-la, ‘ela’ pode não gostar e tornar-se realmente um grande empecilho. Não tentem chutá-la, pois não há como se calcular seu peso, sem antes machucar o ‘pé’ (rsrsrsrsrsrs). Simplesmente sentem e dialoguem com ‘ela’, façam dela sua aliada (foi assim que, Tom Hanks, sobreviveu no filme ‘O Naufrágo’. Os problemas e as dificuldades devem servir para nos fazer crescer, nos transformar, sermos melhores do que somos e não para nos tornar seres frustrados e tristes e desiludidos.

É assim que tenho sentido os alunos, futuros gestores desse mundo: ‘confusos, perdidos, temerosos’... Nosso papel enquanto educadores é o de, inspirar a inteligência desses jovens, levá-los a enfrentar seus desafios, estimulá-los a gerenciar seus próprios pensamentos e emoções. E, sobretudo, a ter um caso de amor com a vida!

A história abaixo toca meu coração, pois sua personagem principal é pautada no amor, na alegria e irreverência, mas, sobretudo na serenidade... E, com todas essas virtudes e qualidades atingiu seus objetivos...

Aos colegas professores, faço um pedido eloqüente: Não se calem sobre suas histórias de vida diante dos alunos, ao contrário, transmitam suas experiências. As informações são arquivadas na memória, as experiências e as palavras são cravadas sempre no coração!!!

Boa leitura!!!

‘No primeiro dia de aula nosso professor se apresentou, e nos desafiou a que nos apresentássemos a alguém que não conhecêssemos ainda.

Eu fiquei em pé para olhar ao redor quando uma mão suave tocou meu ombro.

Eu olhei para trás e vi uma pequena senhora, velhinha e enrugada, sorrindo radiante para mim, com um sorriso que iluminava todo o seu ser.

Ela disse: "Ei, bonitão. Meu nome é Rosa. Eu tenho oitenta e sete anos de idade. Posso te dar um abraço?".

Eu ri, e respondi entusiasticamente: "É claro que pode!” E ela me deu um gigantesco apertão.

"Por que você está aqui em tão tenra e inocente idade?" Perguntei.

Ela respondeu brincalhona: "Estou aqui para encontrar um marido rico, casar, ter um casal de filhos, e então me aposentar e viajar."

"Está brincando", eu disse.

Eu estava curioso em saber o que a havia motivado a entrar neste desafio com a sua idade, e ela disse: "Eu sempre sonhei em ter um estudo universitário, e agora estou tendo um!"

Tornamos-nos amigos instantaneamente.

Todos os dias, no próximo semestre, nós teríamos aula juntos e falaríamos sem parar. Eu ficava sempre extasiado ouvindo aquela "máquina do tempo", compartilhar sua experiência e sabedoria comigo.

No decurso de um ano, Rosa tornou-se um ícone na Universidade, e fazia amigos facilmente, onde quer que ia. Ela adorava vestir-se bem e adorava a atenção que lhe davam os outros estudantes. Ela estava curtindo a vida!

No fim do semestre nós convidamos Rosa para falar a todo o nosso grupo. Jamais me esquecerei do que ela nos ensinou.

Quando ela começou a ler a sua fala preparada, deixou cair três das cinco folhas no chão.

Frustrada e um pouco embaraçada, ela pegou o microfone e disse simplesmente:

"Desculpem-me, eu estou tão nervosa! Parei de beber por causa da Quaresma, e este uísque está me matando! Eu nunca conseguirei colocar meus papéis em ordem de novo, então deixem-me apenas falar para vocês sobre aquilo que eu sei"

Enquanto nós ríamos, ela limpou sua garganta e começou: "Nós não paramos de jogar porque ficamos velhos; nós nos tornamos velhos porque paramos de jogar. Existem somente três segredos para continuarmos jovens, felizes e conseguindo sucesso. Você precisa rir e encontrar humor em cada dia. Você precisa ter um sonho.

Quando você perde seus sonhos, você morre. Nós temos tantas pessoas caminhando por aí que estão mortas e nem desconfiam. Há uma enorme diferença entre ficar velho e crescer.

Se você tem dezenove anos de idade e ficar deitado na cama por um ano inteiro, sem fazer nada de produtivo, você ficará com vinte anos. Se eu tenho oitenta e sete anos e ficar na cama por um ano e não fizer coisa alguma, eu ficarei com oitenta e oito anos. Qualquer um consegue ficar mais velho. Isso não exige talento nem habilidade.

A idéia é crescer através de sempre encontrar a oportunidade na novidade. Não tenha remorsos. Os velhos geralmente não se arrependem por aquilo que fizeram, mas sim por aquelas coisas que deixaram de fazer. “As únicas pessoas que tem medo da morte são aquelas que têm remorsos”.

Ela concluiu seu discurso nos desafiando a estudar poesia e vivê-la em nossa vida diária:

Não espere...

Não espere um sorriso para ser gentil,

não espere ser amado para amar.

Não espere ficar sozinho para reconhecer

o valor de quem está a seu lado.

Não espere ficar de luto para reconhecer

quem hoje é importante em sua vida .

Não espere o melhor emprego

para começar a trabalhar.

Não espere a queda para lembrar-se do conselho.

Não espere...

Não espere a enfermidade para reconhecer

quanto frágil é a vida .

Não espere pessoas perfeitas para então se apaixonar.

Não espere a mágoa para pedir perdão.

Não espere a separação para buscar a reconciliação.

Não espere a dor para acreditar em oração.

Não espere elogios para acreditar em si mesmo.

Não espere...

Não espere ter tempo para servir.

Não espere que o outro tome a iniciativa

se você foi o culpado.

Não espere o "eu te amo" para dizer "eu também".

Não espere ter dinheiro aos montes

para então contribuir.

Não espere o dia da sua morte sem antes AMAR a vida.

Então, o que você está esperando??

Uma semana depois da formatura, Rosa morreu tranqüilamente em seu sono.

Mais de dois mil alunos da faculdade foram ao seu funeral, em tributo à maravilhosa mulher que ensinou, através de seu exemplo, que nunca é tarde demais para ser tudo aquilo que você pode ser. ’

Estas palavras têm sido divulgadas por amor, em memória de Rosa.

(Autor desconhecido)

Queridos, PLANTAR É OPCIONAL... COLHER e CRESCER SÃO INEVITÁVEIS!!!

E aí, o que você tem feito por VOCÊ? O que tem feito para melhorar sua realidade e a realidade das pessoas que lhe cercam?

‘Se o tempo envelhecer o seu corpo, mas não envelhecer a sua emoção, você será sempre feliz’. (Augusto Cury)

rsrsrsrsrs: é aí que me refiro sempreeeee!!!

BjoOo grande no coração de cada um.


(Assistam aos vídeos... tenho plena convicção que irão gostar!)