

quinta-feira, 10 de março de 2011
'Quero o meu saco de volta!'

sábado, 26 de fevereiro de 2011
‘RECEITA PRA SE COMER QUEIJO’

Olá, meus queridos... hoje gostaria de compartilhar com vocês um lindo texto do grande educador, escritor e psicanalista Rubem Alves.
Relendo, dia desses, seu livro intitulado: ‘O desejo de ensinar e a arte de aprender’ não resisti em compartilhar com os caros amigos, alunos e colegas professores o texto ‘Receita pra se comer queijo’ que encontra-se nesse fascinante livro.
Espero que vocês se encantem da mesma forma que me encanto, toda vez que o leio!
‘RECEITA PRA SE COMER QUEIJO’
A Adélia Prado me ensina pedagogia. Diz ela: “Não quero faca nem queijo; quero é fome”. O comer não começa com o queijo. O comer começa na fome de comer queijo. Se não tenho fome é inútil ter queijo. Mas se tenho fome de queijo e não tenho queijo, eu dou um jeito de arranjar um queijo...
Sugeri, faz muitos anos, que para se entrar numa escola alunos e professores deveriam passar por uma cozinha. Os cozinheiros bem que podem dar lições aos professores. Foi na cozinha que a Babette e a Tita realizaram suas feitiçarias... Se vocês, por acaso, ainda não as conhecem, tratem de conhecê-las: a Babette, no filme “ A festa de Babette” e a Tita no filme “ Como água para chocolate”. Babette e Tita, feiticeiras, sabiam que os banquetes não se iniciam com a comida que se serve. Eles se iniciam com a fome. A verdadeira cozinheira é aquela que sabe a arte de produzir fome...
Quando vivi nos Estados Unidos minha família e eu visitávamos, vez por outra, uma parenta distante, nascida na Alemanha. Seus hábitos germânicos eram rígidos e implacáveis. Não admitia que uma criança se recusasse a comer a comida que era servida Meus dois filhos, meninos, movidos pelo medo, comiam em silêncio. Mas eu me lembro de uma vez em que, voltando para casa, foi preciso parar o caro para que vomitassem. Sem fome o corpo se recusa a comer. Forçado, ele vomita.
Toda experiência de aprendizagem se inicia com uma experiência afetiva. É a fome que põe em funcionamento o aparelho pensador. Fome é afeto. O pensamento nasce do afeto, nasce da fome. Não confundir afeto com beijinhos e carinhos. Afeto, do Latim “affetare”, quer dizer “ir trás”. O “afeto” é o movimento da alma na busca do objeto de sua fome. É o “eros” platônico, a fome que faz a alma voar em busca do fruto sonhado.
Eu era menino. Ao lado da pequena casa onde eu morava havia uma casa com um pomar enorme que eu devorava com os olhos, olhando sobre o muro. Pois aconteceu que uma árvore cujos galhos chegavam a dois metros do muro se cobriu de frutinhas que eu não conhecia. Eram pequenas, redondas, vermelhas, brilhantes. A simples visão daquelas frutinhas vermelhas provocou o meu desejo. Eu queria comê-las. E foi então que, provocada pelo meu desejo, minha máquina de pensar se pôs a funcionar. Anote isso: o pensamento é a ponte que o corpo constroi a fim de chegar ao objeto do seu desejo.
Se eu não tivesse visto e desejado as ditas frutinhas minha máquina de pensar teria permanecido parada Imagine que a vizinha, ao ver os meus olhos desejantes sobre o muro, com dó de mim me tivesse dado um punhado das ditas frutinhas, pitangas. Nesse caso também minha máquina de pensar não teria funcionado. Meu desejo teria se realizado por meio de um atalho sem que eu tivesse tido necessidade de pensar. Anote isso: se o desejo for satisfeito a máquina de pensar não pensa. Assim, realizando-se o desejo, o pensamento não acontece. A maneira mais fácil de abortar o pensamento é realizando o desejo. Esse é o pecado de muitos pais e professores que ensinam as respostas antes que tivesse havido perguntas.
Provocada pelo meu desejo minha máquina de pensar me fez uma primeira sugestão, criminosa. “Pule o muro à noite e roube as pitangas.” Furto, fruto, tão próximos... Sim, de fato era uma solução racional. O furto me levaria ao fruto desejado. Mas havia um senão: o medo. E se eu fosse pilhado no momento do meu furto? Assim, rejeitei o pensamento criminoso, pelo seu perigo. Mas o desejo continuou e minha máquina de pensar tratou de encontrar outra solução: “ Construa uma maquineta de roubar pitangas”. McLuhan nos ensinou que todos os meios técnicos são extensões do corpo. Bicicletas são extensões das pernas, óculos são extensões dos olhos, facas são extensões das unhas. Uma maquineta de roubar pitangas teria de ser uma extensão do braço. Um braço comprido, com cerca de dois metros. Peguei um pedaço de bambu. Mas um braço comprido de bambu sem uma mão seria inútil: as pitangas cairiam. Achei uma lata de massa de tomates vazia. Amarrei-a com um arame na ponta do bambu. E lhe fiz um dente, que funcionasse como um dedo que segura. Feita a minha máquina apanhei todas as pitangas que quis e satisfiz meu desejo. Anote isso: conhecimentos são extensões do corpo para a realização do desejo.
Imagine agora que eu, mudando-me para um apartamento no Rio de Janeiro, tivesse a idéia de ensinar ao menino meu vizinho a arte de fabricar maquinetas de roubas pitangas. Ele me olharia com desinteresse e pensaria que eu estava louco. No prédio não havia pitangas para serem roubadas. A cabeça não pensa aquilo que o coração não pede. Anote isso: conhecimentos que não são nascidos do desejo são como uma maravilhosa cozinha na casa de um homem que sofre de anorexia. Homem sem fome: o fogão nunca será aceso. O banquete nunca será servido. Dizia Miguel de Unamuno: “Saber por saber: isso é inhumano...” A tarefa do professor é a mesma da cozinheira: antes de dar faca e queijo ao aluno, provocar a fome... Se ele tiver fome mesmo que não haja queijo ele acabará por fazer uma maquineta de roubar queijos. Toda tese acadêmica deveria ser isso: uma maquineta de roubar o objeto que se deseja... (Extraído do livro: ‘O desejo de ensinar e a arte de aprender’, p. 19-23)
Lindo né? Deixo ai minha dica, não somente aos colegas professoras, mas aos pais, responsáveis... enfim, todas as pessoas ‘ditas adultas’ da sociedade. Vamos mostrar um mundo diferente aos nossos jovens e crianças, afinal eles são nossa extensão... eles vão assumir essa sociedade daqui a alguns anos... Vamos dar a ‘fome’ a eles?
Paulo Freire já dizia de si mesmo: ‘Sem a curiosidade que me move, que me inquieta, que me insere na busca, não aprendo nem ensino’.
‘’NÃO QUERO FACA NEM QUEIJO; QUERO É FOME’. Acredito ser isso, que nossas crianças e jovens nos ‘gritam’ todos os dias...
Grande Adélia Prado, grande Rubem Alves, grande Paulo Freire...
Grande Jesus Cristo, o Maior dos Mestres, e seu ensinamento: ‘Ensine a pescar’...
Como diz o queridíssimo amigo Rui Pamela: ‘Pausa para reflexão’... rsrsrs
BjOo grande, PAZ sempre...
domingo, 20 de fevereiro de 2011
É preciso saber viver... acredite...

Um ensinamento muito antigo no diz que: ‘Colhemos aquilo que plantamos’.
Pautada nesse ensinamento, trouxe uma reflexão bem pertinente aos dias atuais. Tenho percebido como as pessoas desistem fácil daquilo que projetaram para si. Simplesmente por terem medo da frustração, do erro, do não atingir determinado objetivo. Conheço pessoas que, diante da primeira pedra no meio do caminho, simplesmente desistem. Costumo brincar com meus alunos que, se algum dia encontrarem pedras em seu caminho, não tentem removê-la, ‘ela’ pode não gostar e tornar-se realmente um grande empecilho. Não tentem chutá-la, pois não há como se calcular seu peso, sem antes machucar o ‘pé’ (rsrsrsrsrsrs). Simplesmente sentem e dialoguem com ‘ela’, façam dela sua aliada (foi assim que, Tom Hanks, sobreviveu no filme ‘O Naufrágo’. Os problemas e as dificuldades devem servir para nos fazer crescer, nos transformar, sermos melhores do que somos e não para nos tornar seres frustrados e tristes e desiludidos.
É assim que tenho sentido os alunos, futuros gestores desse mundo: ‘confusos, perdidos, temerosos’... Nosso papel enquanto educadores é o de, inspirar a inteligência desses jovens, levá-los a enfrentar seus desafios, estimulá-los a gerenciar seus próprios pensamentos e emoções. E, sobretudo, a ter um caso de amor com a vida!
A história abaixo toca meu coração, pois sua personagem principal é pautada no amor, na alegria e irreverência, mas, sobretudo na serenidade... E, com todas essas virtudes e qualidades atingiu seus objetivos...
Aos colegas professores, faço um pedido eloqüente: Não se calem sobre suas histórias de vida diante dos alunos, ao contrário, transmitam suas experiências. As informações são arquivadas na memória, as experiências e as palavras são cravadas sempre no coração!!!
Boa leitura!!!
‘No primeiro dia de aula nosso professor se apresentou, e nos desafiou a que nos apresentássemos a alguém que não conhecêssemos ainda.
Eu fiquei em pé para olhar ao redor quando uma mão suave tocou meu ombro.
Eu olhei para trás e vi uma pequena senhora, velhinha e enrugada, sorrindo radiante para mim, com um sorriso que iluminava todo o seu ser.
Ela disse: "Ei, bonitão. Meu nome é Rosa. Eu tenho oitenta e sete anos de idade. Posso te dar um abraço?".
Eu ri, e respondi entusiasticamente: "É claro que pode!” E ela me deu um gigantesco apertão.
"Por que você está aqui em tão tenra e inocente idade?" Perguntei.
Ela respondeu brincalhona: "Estou aqui para encontrar um marido rico, casar, ter um casal de filhos, e então me aposentar e viajar."
"Está brincando", eu disse.
Eu estava curioso em saber o que a havia motivado a entrar neste desafio com a sua idade, e ela disse: "Eu sempre sonhei em ter um estudo universitário, e agora estou tendo um!"
Tornamos-nos amigos instantaneamente.
Todos os dias, no próximo semestre, nós teríamos aula juntos e falaríamos sem parar. Eu ficava sempre extasiado ouvindo aquela "máquina do tempo", compartilhar sua experiência e sabedoria comigo.
No decurso de um ano, Rosa tornou-se um ícone na Universidade, e fazia amigos facilmente, onde quer que ia. Ela adorava vestir-se bem e adorava a atenção que lhe davam os outros estudantes. Ela estava curtindo a vida!
No fim do semestre nós convidamos Rosa para falar a todo o nosso grupo. Jamais me esquecerei do que ela nos ensinou.
Quando ela começou a ler a sua fala preparada, deixou cair três das cinco folhas no chão.
Frustrada e um pouco embaraçada, ela pegou o microfone e disse simplesmente:
"Desculpem-me, eu estou tão nervosa! Parei de beber por causa da Quaresma, e este uísque está me matando! Eu nunca conseguirei colocar meus papéis em ordem de novo, então deixem-me apenas falar para vocês sobre aquilo que eu sei"
Enquanto nós ríamos, ela limpou sua garganta e começou: "Nós não paramos de jogar porque ficamos velhos; nós nos tornamos velhos porque paramos de jogar. Existem somente três segredos para continuarmos jovens, felizes e conseguindo sucesso. Você precisa rir e encontrar humor em cada dia. Você precisa ter um sonho.
Quando você perde seus sonhos, você morre. Nós temos tantas pessoas caminhando por aí que estão mortas e nem desconfiam. Há uma enorme diferença entre ficar velho e crescer.
Se você tem dezenove anos de idade e ficar deitado na cama por um ano inteiro, sem fazer nada de produtivo, você ficará com vinte anos. Se eu tenho oitenta e sete anos e ficar na cama por um ano e não fizer coisa alguma, eu ficarei com oitenta e oito anos. Qualquer um consegue ficar mais velho. Isso não exige talento nem habilidade.
A idéia é crescer através de sempre encontrar a oportunidade na novidade. Não tenha remorsos. Os velhos geralmente não se arrependem por aquilo que fizeram, mas sim por aquelas coisas que deixaram de fazer. “As únicas pessoas que tem medo da morte são aquelas que têm remorsos”.
Ela concluiu seu discurso nos desafiando a estudar poesia e vivê-la em nossa vida diária:
Não espere...
Não espere um sorriso para ser gentil,
não espere ser amado para amar.
Não espere ficar sozinho para reconhecer
o valor de quem está a seu lado.
Não espere ficar de luto para reconhecer
quem hoje é importante em sua vida .
Não espere o melhor emprego
para começar a trabalhar.
Não espere a queda para lembrar-se do conselho.
Não espere...
Não espere a enfermidade para reconhecer
quanto frágil é a vida .
Não espere pessoas perfeitas para então se apaixonar.
Não espere a mágoa para pedir perdão.
Não espere a separação para buscar a reconciliação.
Não espere a dor para acreditar em oração.
Não espere elogios para acreditar em si mesmo.
Não espere...
Não espere ter tempo para servir.
Não espere que o outro tome a iniciativa
se você foi o culpado.
Não espere o "eu te amo" para dizer "eu também".
Não espere ter dinheiro aos montes
para então contribuir.
Não espere o dia da sua morte sem antes AMAR a vida.
Então, o que você está esperando??
Uma semana depois da formatura, Rosa morreu tranqüilamente em seu sono.
Mais de dois mil alunos da faculdade foram ao seu funeral, em tributo à maravilhosa mulher que ensinou, através de seu exemplo, que nunca é tarde demais para ser tudo aquilo que você pode ser. ’
Estas palavras têm sido divulgadas por amor, em memória de Rosa.
(Autor desconhecido)
Queridos, PLANTAR É OPCIONAL... COLHER e CRESCER SÃO INEVITÁVEIS!!!
E aí, o que você tem feito por VOCÊ? O que tem feito para melhorar sua realidade e a realidade das pessoas que lhe cercam?
‘Se o tempo envelhecer o seu corpo, mas não envelhecer a sua emoção, você será sempre feliz’. (Augusto Cury)
rsrsrsrsrs: é aí que me refiro sempreeeee!!!
BjoOo grande no coração de cada um.
(Assistam aos vídeos... tenho plena convicção que irão gostar!)
domingo, 13 de fevereiro de 2011
Podemos Fazer a Diferença...

Queridos amigos, o texto que trago hoje, nos faz refletir sobre nosso verdadeiro papel de educadores, comprometidos com a construção de um mundo melhor e mais justo.
Temos em mãos, todos os dias, um importante trabalho, uma importante missão: fazer nossos jovens melhores! Costumo dizer que, de nada valerá altas tecnologias e avanços da medicina e da ciência, senão soubermos tocar o coração humano... Trabalhar a educação do toque, da sensibilidade. Ou como sugere Augusto Cury, ‘precisamos formar jovens que tenham uma emoção rica, protegida e íntegra’ (Pais brilhantes, professores fascinantes, p. 67)
Conheci esse texto, quando trabalhava no município de São Bento do Su/SC, no ano de 2005, em uma Reunião Pedagógica. Nunca mais o esqueci e ele ressoa até hoje em minha alma, por isso gostaria de compartilhar com vocês.
Espero que gostem...
‘ENSINA A CRIANÇA O CAMINHO QUE DEVE ANDAR E, AINDA, QUANDO FOR VELHO, NÃO SE DESVIARÁ DELE’ (Provérbio, 22:6)
PODEMOS FAZER A DIFERENÇA
(Autor desconhecido)
Relata a Sra. Teresa, que no seu primeiro dia de aula, parou em frente aos seus alunos da 5ª série e, como todos os demais professores, lhes disse que gostava de todos por igual. No entanto, ela sabia que isto era quase impossível, já que, na primeira fila, estava sentado um pequeno garoto chamado “Ricardo...”
Morava em pequeno vilarejo na zona rural e a professora havia observado que ele não se dava bem com os colegas de classe e, muitas vezes, suas roupas estavam sujas e cheiravam mal. Houve até momentos em que ela sentia prazer em lhe dar notas vermelhas ao corrigir suas provas e trabalhos...
Ao iniciar o ano letivo, era solicitado a cada professor, que lesse, com atenção, a ficha escolar dos alunos, para tomar conhecimento das anotações. Ela deixou a ficha de Ricardo por último. Mas quando a leu, foi grande a sua surpresa...
Ficha do 1º ano: “Ricardo é um menino brilhante e simpático. Seus trabalhos sempre estão em ordem e muito nítidos. Tem bons modos e é muito agradável estar perto dele...”
Ficha do 2º ano: “Ricardo é um aluno excelente e muito querido por seus colegas, mas tem estado preocupado com sua mãe, que está com uma doença grave e desenganada pelos médicos. A vida em seu lar deve estar sendo muito difícil...”
Ficha do 3º ano: “A morte de sua mãe foi um golpe muito duro para Ricardo. Ele procura fazer o melhor, mas seu pai não tem nenhum interesse e logo sua vida será prejudicada, se ninguém tomar providências para ajudá-lo...”
Ficha do 4º ano: “Ricardo anda muito distraído e não mostra interesse algum pelos estudos. Tem poucos amigos e muitas vezes dorme na sala de aula...”
Deu-se conta do problema e ficou terrivelmente envergonhada. Piorou, quando lembrou dos lindos presentes de Natal, que os alunos lhe haviam dado, com papéis coloridos, exceto o de Ricardo, que estava enrolado num papel de supermercado...
Lembrou que abriu o pacote com tristeza, enquanto os outros garotos riam ao ver uma pulseira faltando algumas pedras e um vidro de perfume pela metade...
Apesar das piadas, ela disse que o presente era precioso e pôs a pulseira no braço e um pouco de perfume sobre a mão. Naquele dia, Ricardo ficou um pouco mais tempo na escola que o de costume. Relembra, ainda, que ele lhe disse que ela estava cheirosa como sua mãe...
Nesse mesmo dia, depois que todos se foram, a professora chorou por longo tempo. Em seguida, decidiu mudar sua maneira de ensinar e passou a dar mais atenção aos seus alunos, especialmente a Ricardo...
Seis anos depois, recebeu uma carta de Ricardo, contando que havia concluído o segundo grau e que ela continuava sendo a melhor professora da vida dele...
As notícias se repetiram, até que, um dia, ela recebeu uma carta assinada pelo Dr. Ricardo Stoddard, seu antigo aluno, mais conhecido como Ricardo...
Tempos depois, recebeu o convite de casamento e, nesse dia, ela usou a pulseira e o perfume, que ganhou de Ricardo, anos antes...
Quando os dois se encontraram, abraçaram-se por longo tempo e Ricardo lhe disse ao ouvido: “Obrigado por acreditar em mim e me fazer sentir importante, demonstrando-me que posso fazer a diferença...”
E com os olhos banhados em lágrimas sussurrou: “Engano seu....! Depois que o conheci, aprendi a lecionar e a ouvir os apelos silenciosos que ecoam na alma daquelas crianças. Mais do que avaliar as provas e dar notas, o importante é ensinar com amor, mostrando que, sempre, é possível fazer a diferença...”
E você...
Tem feito algo pelo próximo e respeitado seus limites?
Tem auxiliado suas angustias e dificuldades?
Tem partilhado o peso de sua cruz?
Ou será que tem se limitado a rotular, julgar e criticar?
‘É, justamente aí, que me refiro...’
Abraços, sempre Paz!
sábado, 5 de fevereiro de 2011
A História da Grande Torre
